Prefácio

Escrever para Web é algo que Petrucio Chalegre sabe fazer. E este livro eletrônico é prova disso. Sua linguagem, rica em analogias, metáforas, parábolas e histórias, é o par ideal para a tela de vidro, na qual você lê "O Princípio dos Interesses Coincidentes". Fomos condicionados, pela TV, a enxergar o que passa pela tela de vidro como entretenimento. Daí a razão de um estilo assim ser mais bem aceito pelo leitor de uma mídia digital.

Nosso cérebro funciona com imagens. O que você está lendo aqui chega ao seu cérebro, é associado com alguma imagem previamente armazenada nele, e passa a fazer parte do banco de informações que você carrega entre as orelhas. E o "entre orelhas" já é uma imagem mastigada e digerida, como os "causos" que você encontra neste livro. Os quais dão uma tremenda colher de chá ao cérebro. Ou ao "separador de orelhas", se preferir.

Em uma época em que as coisas mudam a uma velocidade vertiginosa, o uso de analogias e histórias fica cada vez mais importante. Por preservarem os princípios daquilo que se quer expor, sem prejudicar a força do conteúdo. Ou por sobreviverem ao dado, que pode caducar com o tempo. Então o ornamento permanece ativo na memória, e aplicável a situações semelhantes.

Mas ao dizer isto, pode parecer que eu esteja considerando o estilo mais importante que o conteúdo. Será, se o leitor for daqueles que gostam de chupar o papel e jogar fora a bala. "O Princípio dos Interesses Coincidentes" não é um livro de histórias adornadas com um papel de negócios. São fundamentos de negócios adornados com o colorido da experiência vivida. Coisas tecidas de maneira a permitir que o pensamento voe para além das bordas que letra possa delimitar. Com suavidade, sem a preocupação de esbarrar em fronteiras.

Mario Persona
mp@widesoft.com.br
Diretor de Comunicação da Widesoft Editor de WideBiz,
a Comunidade de Relacionamentos e Negócios.
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