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Capítulo
3 A primeira coisa a considerar é o padrão de contratação. No diagnóstico de uma grande empresa nacional, percebi que o padrão salarial era bom, mas que o nível dos funcionários era baixo. Ora, o que sucedia era que a empresa havia criado uma contratação de vendedores baseada em um salário próximo ao mínimo. As comissões e o poderio da marca permitiam que o contratado ascendesse imediatamente ao padrão de remuneração de um graduado em universidade. O resultado final é que a empresa dispunha de uma equipe admitida como se a exigência fosse de primeiro grau, enquanto pagava salários correspondentes a um nível superior. O ponto crítico é visível. Para contorná-lo, seria o caso de a empresa estabelecer um fixo de padrão suficiente e deslocar o nível de exigência na admissão para o que ela realmente desejava. Como é que vai se dispor de funcionários aptos a operarem com laptops se, na admissão, foi utilizado um modelo para trabalhadores braçais? Em um caso assim, deve-se mudar para um modelo de contratação com fixos, modelo que deve responder aos seguintes quesitos: |
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1)
Qual o fixo que preciso pagar a fim de obter o perfil que desejo no mercado
onde estou atuando? (É bom lembrar que uma corporação com atuação nacional
não precisa pagar o mesmo fixo em todo o território, isto dependerá da
região em que se encontra cada filial). |